Como parte da estratégia de apresentar novas maneiras de consumir Hellmann’s, a Ogilvy Brasil desenvolveu uma ação bem interessante em parceria com o supermercado St. Marché, em São Paulo. Todos os consumidores que compram Hellmann’s no local recebem, na nota fiscal do caixa, [...]
(por Isaac Asimov) Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos. A média era 100. Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal. (Não significou nada – no dia seguinte eu [...]
Volta e meia aparece por aí um artigo, uma exposição ou um livro sobre os famosos retratos-pintados (não confundir com os retratos-falados) muito populares do nordeste brasileiro desde o século 19. Os ambulantes circulavam por pequenas cidades e tiravam uma fotinho PB de seus clientes. [...]
por Wagner Brenner em Wednesday, May 16, 2012 · 338 views
Esse post é para você, pai e mãe, que ficam preocupados, se perguntando “será que estou educando bem os meus filhos?”… “Será que tenho feito um bom trabalho como pai/mãe?”
por Paula Rizzo em Wednesday, May 16, 2012 · 733 views
Como parte da estratégia de apresentar novas maneiras de consumir Hellmann’s, a Ogilvy Brasil desenvolveu uma ação bem interessante em parceria com o supermercado St. Marché, em São Paulo. Todos os consumidores que compram Hellmann’s no local recebem, na nota fiscal do caixa, uma receita que leva a maionese e outros produtos adquiridos.
Caso a pessoa tenha comprado apenas a maionese ou itens que não estejam relacionados à alimentação, ela recebe uma receita qualquer, de forma randômica, com Hellmann’s entre os ingredientes, claro. Mas se o consumidor tiver comprado itens como filé de peixe, alho e ovos, por exemplo, o software instalado no sistema do supermercado combina esses produtos e resgata uma das 160 receitas disponíveis na plataforma que utilize esses ingredientes, para que o consumidor receba uma receita combinando alguns dos ítens que comprou. Confiram abaixo o videocase em português:
Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando
John Baldessari é aquele artista americano que ficou famoso por pintar pontos coloridos no rosto das pessoas. O artista na verdade, esconde a informação essencial da imagem com esses “dots”, estimulando a prática do “fill in the blank”.
Esse video, conta a história do artista em 5 minutos e é narrado pelo Tom Waits.
Veja também o artista falando com o ator Jason Schwartzman aqui.
George Câmara Lopesé médico residente do HC-SP e entre um plantão e outro curte música, filmes e tecnologia. Está aqui pra p
por Wagner Brenner em Tuesday, May 15, 2012 · 10,529 views
(por Isaac Asimov)
Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos.
A média era 100.
Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal.
(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police)
Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.
Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?
Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.
Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos.
No fim, ele sempre consertava meu carro.
Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico.
Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.
Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.
Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal.
A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.
Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez.
Ele adorava contar piadas.
Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:
“Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?”
Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.
“Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir”
Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou:
“Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”
E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo.
por Paula Rizzo em Tuesday, May 15, 2012 · 828 views
Confiram abaixo o belo comercial da DDB Londres para o VW Polo que foca na relação de um pai e uma filha desde a infância. A produção é da Pulse e a direção de thirtytwo.
Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando
Com o advento do Kickstarter e de outras plataformas de crowdfunding, uma boa ideia já é uma boa ideia mesmo que ainda não tenha sido finalizada.
O trailer abaixo anuncia um filme que acabou de ser financiado por simples mortais, como eu e você. O trailer rodou por aí muito antes do filme ser concluído. E em breve é o filme inteiro que começa a ser exibido no mundo todo.
A grande promessa do Kickstarter é fazer com que as ideias que ainda não foram produzidas se tornem públicas. Quando você cadastra um projeto no site, ele é avaliado e, caso seja aprovado, as pessoas podem ajudar a financiá-lo – com quantias que variam de poucos dólares até dezenas de milhares. Quando o projeto atinge o valor estipulado como meta, a pessoa recebe o dinheiro e o site abocanha 5% do valor.
Se a ideia é boa e chega até as pessoas certas, a ideia acontece. Afinal, são elas que decidem se o projeto vale a pena de ser realizado ou não.
O bacana é que essa mecânica abre portas para projetos de diversas disciplinas (filmes, websites, aplicativos de celular, hardware, eventos, engenhocas científicas, robôs) e eles passam a não mais depender do patrocínio tradicional, que parte dos grandes fundos de investidores ou de suporte a pesquisa e desenvolvimento. A Mariana também já postou por aqui sobre o Petridish, uma espécie de Kickstarter focado em projetos científicos.
Quer ver mais dois exemplos que já passaram aqui pelo UoD, conseguiram levantar fundos e até superar a meta estabelecida?
O kitzinho Leica M9 Hermès vai estar disponível em 2 sets. Um com a câmera M9 em couro e uma lente Leica Summilux-M 50 mm f/1.4 ASPH outro (disponível em junho) com 3 lentes: a Leica Summicron-M 28 mm f/2 ASPH., a Leica Noctilux-M 50 mm f/0.95 ASPH. e a Leica APO-Summicron-M 90 mm f/2 ASPH. O preço? Não achei. Quem achar, comments por favor!
via @robertakalil
NetoI'm not Mother Teresa, but I'm not Charles Manson, either - Mike Tyson
Depois de quase três anos, Silversun Pickups acaba de lançar seu novo álbum. Neck of the Woods. Saiu dia 8 de maio e já disparou para o topo do ranking de Alternativos da iTunes Store. Ainda não tive tempo de ouvir inteiro. Mas parece bom. Silversun Pickups é uma banda indie americana, da California, que vale a pena conferir.
NetoI'm not Mother Teresa, but I'm not Charles Manson, either - Mike Tyson
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